Darkness at the break of dawn
I. Vá, vá, vá, seguem as putas da rua Aurora. Pelo nome e a glória de nosso sinhô caboclo saravá, foi até as duas da madrugada. Ataque suicida, com remédio de garganta, delírio e língua dormida. Memórias do catre: um prédio de uns três ou quatro andares, mas com três paredes apenas; o chão feito de lascas de madeira brilhante, portas aqui e ali abrindo do nada para lugar nenhum (para melhorar, no escuro), escada de correr em espiral reta. Gatos coloridos pintados de teclas de piano azuis e dentes, sorridentes, correndo e chacoalhando os martelos pra lá e pra cá, muito bonito. Não viu porque estava ou muito perto ou muito longe dos limites da sua alucinação, seu tosco. Persona non grata.
Acordou no País das Maravilhas lelé da cuca e drogado, uma música zunindo na cabeça (ou era na cabecinha?). Deus do céu! Todo mundo sabe que os seres humanos usam somente 10% da capacidade do cérebro, mas gastam 150% esvaziando-o, no intuito de ganhar erudição. Vagabundamente o vento sopra.
II. Sublimes pompa e circunstância, que brisa infame. Verdade seja dita, um tão jovem antigamente é o que determina a volta dos que não foram; morre, cabeça. Uma molecagem no décimo-primeiro round! Work in progress esboçal; dança o twist, James Joyce. Blefe invisível que não irrita. E aquele velho gay? Tempos modernos estão por/vir...
III. Chafurda no matagal de lixo tóxico da memória, há de encontrar o que procuras. Carta aberta a Ninguém, plata queimada e doce Maria. Escolhe: ou dá o bote ou chora cântaros. Os dois, não dá. Clareia o salão em nome dos velhos tempos, que aí vem. Lata de Coca e o tele-sexo de Tom Waits. Katharine, que fugiu do Cirque du Soleil, se esconde debaixo de minhas cobertas, com direito a selvageria. Quero ver agora: se ficar, o bicho come, se correr, ele come também. Largo do Bixiga, número 13. Cheesecake, s’il vous plaît. Últimos ritos em Paris, reinações de Ceci na história do punk & Nabokov, orgasmos com limão e gelo, grita no meio da rua! [...] a família é uma instituição [...] Assim como a vaca é sagrada na Índia e o casamento em lugar nenhum. Grita [...]. Eternamente sublime.
Acordou no País das Maravilhas lelé da cuca e drogado, uma música zunindo na cabeça (ou era na cabecinha?). Deus do céu! Todo mundo sabe que os seres humanos usam somente 10% da capacidade do cérebro, mas gastam 150% esvaziando-o, no intuito de ganhar erudição. Vagabundamente o vento sopra.
II. Sublimes pompa e circunstância, que brisa infame. Verdade seja dita, um tão jovem antigamente é o que determina a volta dos que não foram; morre, cabeça. Uma molecagem no décimo-primeiro round! Work in progress esboçal; dança o twist, James Joyce. Blefe invisível que não irrita. E aquele velho gay? Tempos modernos estão por/vir...
III. Chafurda no matagal de lixo tóxico da memória, há de encontrar o que procuras. Carta aberta a Ninguém, plata queimada e doce Maria. Escolhe: ou dá o bote ou chora cântaros. Os dois, não dá. Clareia o salão em nome dos velhos tempos, que aí vem. Lata de Coca e o tele-sexo de Tom Waits. Katharine, que fugiu do Cirque du Soleil, se esconde debaixo de minhas cobertas, com direito a selvageria. Quero ver agora: se ficar, o bicho come, se correr, ele come também. Largo do Bixiga, número 13. Cheesecake, s’il vous plaît. Últimos ritos em Paris, reinações de Ceci na história do punk & Nabokov, orgasmos com limão e gelo, grita no meio da rua! [...] a família é uma instituição [...] Assim como a vaca é sagrada na Índia e o casamento em lugar nenhum. Grita [...]. Eternamente sublime.

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